sábado, 7 de janeiro de 2012

O amor da discóridia

A Funcionária da Escola Secundária de Amora e o Jardineiro se envolveram calorosamente. Ela foi suspensa compulsivamente e agora está de regresso.


A 27 de Fevereiro de 2004 a Funcionária e o Jardineiro trancaram-se à chave nos aposentos das auxiliares. Os alunos que esperavam pelo início da aula de Matemática por volta das 8h50 ouviram uns gemidos e curiosos espreitaram pelo buraco da fechadura.

Viram a Funcionária a fazer sexo oral ao Jardineiro e ela ainda terá comentado "Pára, olha os miúdos!". Rapidamente todos na escola souberam do sucedido.

A Funcionária foi suspensa compulsivamente mas agora, o Tribunal Central Administrativo do Sul considerou que este incidente não atrapalha as suas funções e por isso pode regressar ao seu posto de trabalho, que se entenda que não é prestar auxilio ao Jardineiro mas vigiar os corredores e manter os espaços limpos.

Quem está contra são os alunos. Um comenta que foi expulso de outra escola por ter sido apanhado nos balneários com uma rapariga, os dois têm uma ordem de restrição de 150 metros do local e acrescenta que se o mesmo acontecesse a dois alunos, como foi com ele, seriam expulsos.

Outros alunos, obrigados a frequentar aulas de educação cívica, dizem que aprenderam a dar-se ao respeito, dos perigos das relações sexuais e dos cuidados a ter. Consideram o acto desrespeitoso.

Há quem vai mais longe com o pensamento "se ela pode, eu também."

Acho todos uma cambada de falsos moralistas, um que foi apanhado a  f**** com a rapariga se acha superior em moral capaz de debitar sentenças da boca só porque passou pelo mesmo. Outra se arma em pudica e fala em educação cívica, mas espreitou pelo buraco da fechadura. Por acaso não tens um pai e uma mãe para lhe te dar educação? Que coisa feia, espreitar pelo buraco.

Alguém pensou como é que ela poderia falar de boca cheia?

Fotograma da "Garganta Funda" meramente ilustrativa
Após esta história toda por onde anda o Jardineiro garanhão?


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