domingo, 15 de dezembro de 2013

E se apenas por um segundo

"E se apenas por um segundo" é uma fantástica campanha criada pela fundação Mimi, que gere centros de bem-estar e suporte.


A campanha foi criada a pensar num momento de despreocupação de 20 pacientes com cancro. O objectivo, captar um segundo de pura surpresa depois de passarem por uma transformação do seu visual.

As fotografias que imortalizaram aquele momento de espanto deu origem a um livro cujas receitas revertem a favor da instituição para que esta possa continuar o seu trabalho.

Se desejarem conhecer a Fundação Mimi aceda aqui (http://www.mimi-foundation.org/) e se puder dê o seu donativo.

Agora fiquem com o comovente spot publicitário:





Quero ser puta

As crianças podem nos dar respostas inesperadas que nos fazem sorrir mas outras vezes...

Nátalia e Tátá são duas crianças bastante inocentes que responderam àquela pergunta típica, "que queres ser quando fores grande?". Natália respondeu que gostaria de ser pintora, mas Tátá respondeu que queria ser puta.

Santa inocência, quando ela for grande e descobrir o que significa vai sentir vergonha.





quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

As cuecas da justiça

A história de hoje envolve um ladrão, uma holandesa e 2 cuecas.

O governo português será o feliz proprietário de 2 cuecas femininas importadas da Holanda

Uma turista holandesa foi passar umas férias até à Madeira (Portugal) e durante a sua estadia num hotel, 2 pares de cuecas foram-lhe roubados.

A turista apresentou queixa em na polícia e o ladrão foi encontrado. Depois de julgado foi obrigado a devolver o material roubado, as duas cuecas, uma preta e outra cinzenta.

Como a justiça em Portugal anda a passo de caracol e as férias não duram para sempre, a turista regressou ao seu país sem que levasse de volta aquilo que lhe tinha sido roubado.

O tribunal não conseguiu notificar a holandesa e assim foi obrigado a publicar um edital no qual se diz que se no prazo de 90 dias não forem levantadas as cuecas, estas ficaram como propriedade do estado português.

Minha gente, Portugal está na penúria mas acho que ainda não precisa de roupa para tapar as partes íntimas.



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Lulu - O aplicativo do desgosto dos homens

Homens, temei! O vosso dia de serem caluniados, avaliados e olhados como objectos chegou.


O jovem de 28 anos, estudante de direito, Felippo de Almeida Scolari, entrou com um processo no Juizado Especial Cível, alegando que sua imagem estava sendo utilizada sem autorização, contra o aplicativo Lulu, onde as mulheres fazem o gosto ao dedo avaliando homens.

Mas antes de vos mostrar o que as mulheres andaram a comentar no Lulu sobre este jovem, vamos conhecer melhor este aplicativo.

O Lulu coloca a possibilidade das mulheres avaliarem qualquer perfil masculino no Facebook e depois completarem com as hastags (aquelas coisas que têm o símbolo # antes da palavra) tão genéricos como #saibemnafoto (sai bem na foto) ou provocadoras como #ShouldComeWithAWarning (devia de vir com um aviso).

Agora regressando ao nosso intérprete da história do dia.

Este é o moço #chateado
Certo dia, ele descobriu que estava a ser avaliado quando uma amiga sua (provavelmente uma das cinco que o avaliou) lhe mandou uma foto no qual o seu perfil tinha uma nota de 7,4 abaixo por exemplo de Woody Allen (com 8,2)

Quando começou a ver melhor o seu perfil descobriu que além de coisas boas sobre ele tinha também as seguintes designações: "não fede nem cheira", "death breath" (hálito de morto), "arrota e peida" e "não liga no dia seguinte".

(clique para ver em tamanho grande)
Ele diz que ficou revoltado com a exposição da sua intimidade, o que achamos estranho, uma vez que não é o Lulu que avalia e expõe mas as mulheres que o conheceram.

Quanto ao resto está no Facebook que ele, de acordo com as regras de privacidade que definiu, está à vista de todos.

O tribunal declinou o pedido de indemnização de 27 mil reais (8500 euros) de Fellipo dizendo que ele podia apagar o seu perfil no aplicativo acendendo simplesmente ao seguinte link: http://company.onlulu.com/deactivate ou definir as regras de privacidade convenientemente no Facebook.

Ele contrapõe dizendo que não consegue apagar o perfil do aplicativo.


Num país com tantas coisas ruins, Fellipo se lembrou de ir para tribunal porque alguém não o elogiou e disseram que tinha mau hálito, que curtia Romero Britto e que se esquece da carteira. 

Moral da história: O aplicativo Lulu não é o problema mas as pessoas que o usam. O melhor remédio é c@gar para opinião alheia e seja feliz porque quem vive a sua vida é você e não os outros.