quarta-feira, 20 de julho de 2016

Estranhos anúncios publicitários

Os anúncios publicitários fazem parte do nosso dia-a-dia e são uma importante parte da indústria pois eles é que nos dão a conhecer os seus produtos mas por vezes eles são estranhos e incorrectos.



Um dos anúncios publicados foi um vibrador da Westlake Products que alegava ser um vibrador sem fios, uma revolução para a altura, para ser usado em qualquer parte do corpo para uma suave, prazerosa e pulsante massagem.

Diz mais o anúncio que é um produto dedicado para senhoras, para o cuidado da pele e ainda ajuda a aliviar as tensões. Tudo isto nos seus 19 cm de comprimento e 4 cm de largura. É isso mesmo que vocês estão a pensar.


Uma marca de calças, as Broomsticks, fez algo que hoje em dia seria censurado pelo público. Num dos seus cartazes 5 homens parecem estar a puxar por uma mulher vestida apenas com trajes menores enquanto luta para se ver livre deles. Numa palavra, violação!

O rosto dos 5 homens de aparente felicidade ilustra o seu slogan, "The game is Broomsticks" ou numa tradução livre "O negócio é com as Broomsticks".

Diz o anúncio "Para o ajudar a ser um vencedor"
Alimentação saudável é um assunto contemporâneo, mais do que antes queremos comer coisas que não nos prejudiquem. A noção de saudável mudou bastante até chegar aos dias de hoje.

Reclamar o título que têm os clientes mais novos do mercado e usar uma ilustração de um bebé bebendo de garrafinha do saboroso líquido ou então garantir sem dúvida alguma que "faz as crianças e adultos gordos como porcos" e usar uma quimera suína humana explica bem o conceito de saudável.


Já que falamos em crianças, o anúncio abaixo foi o que mais me chocou, uma criança está deitada na sua cama, ao seu lado está uma boneca que ela ignora enquanto brinca com um revólver que está no seu colo. O anúncio garante que as suas armas são absolutamente seguras, e que é impossível que elas disparem acidentalmente. O anúncio ainda tem um texto que diz que armas não são brinquedos (o que não se entende porque a arma está na cama da criança), que as armas matam (também não entendemos o conceito de segurança) e que talvez iremos precisar de usar o revólver apenas uma vez na nossa vida (seremos um dia assassinos?). Pede ainda para comprar agora para que tenhamos a arma no momento de necessidade.


A ignorância também faz parte da publicidade e da indústria. Quem não se lembram das famosas pulseiras Power Balance ou as magnéticas Tucson. Ambas apregoavam os milagres, num caso com hologramas, no outro, com ondas magnéticas de bem estar. Mas se aqui o placebo ajuda, noutros o caso foi mais sério.

Uma marca registada em 1885 vendia uma cura instantânea para a dor de dentes, nada mais simples do que cocaína para crianças. Acredito que resulte mas as consequência seriam certamente piores do que a dor.


Os anúncios também podiam ter um quê de homo-erótico acidental, "Porque não juntamos as nossas cabeças?" A proposta é tomar um banho em grupo para poupar mas pelo ar de diversão dos que ilustram o anúncio parece que o banho vai demorar mais do que esperado.


Chegamos ao fim dos nossos anúncios, com a menção à propaganda de tabaco. Sabemos que as tabaqueiras lutaram imenso para manter as suas campanhas associadas a coisas boas como "Fumar é acreditar" e também insinuando a sua segurança através de uma mensagem implícita "Mais médicos fumam Camel do que outras marcas".

O que os anúncios não mostram é que daqui a uns anos a moça terá que acreditar em algo mais que a sua beleza que terá sido levada pelo fumo e que o médico talvez tenha que recorrer a colega de trabalho para se curar.









Mesmo que você não o possa usar é divertido ter um






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